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segunda-feira, 29 de abril de 2013

O que está acontecendo com o mercado de PCs?

Crescimento do nicho de portáteis e menor diferença no potencial dos componentes de hardware derrubam as vendas dos tradicionais computadores de mesa.


Nos últimos anos, você tem gastado mais dinheiro com equipamentos portáteis, como smartphones e tablets, ou com aquele “velho” computador que muitas vezes fica abandonado em cima da escrivaninha da sala?
Embora os PCs ainda façam parte das nossas vidas, é fato que eles têm perdido espaço no tão acirrado mercado de eletrônicos. Pesquisas e levantamentos estatísticos comprovam a queda nas vendas desse tipo de produto.
Neste artigo, você vai entender melhor por que temos deixado de investir nos desktops (seja na aquisição de um equipamento novo ou no upgrade de suas peças) e qual o futuro desse setor.

Não tá fácil pra ninguém

O cenário não anda nada favorável para as fabricantes de PCs. Segundo um levantamento realizado pela International Data Corporation (IDC), o mercado de computadores está em decadência, e maior do que a esperada.
De acordo com essa publicação, estimava-se uma queda de 7,7% nas vendas de desktops entre o primeiro trimestre de 2012 e o mesmo período deste ano. Contudo, com “apenas” 76,3 milhões de unidades comercializadas, o tombo registrado superou bastante as expectativas: 13,9%.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/IDC)
Para você ter uma noção da representatividade desse índice, essa foi a redução mais significativa para o nicho de computadores registrada por esse órgão internacional desde 1994 — época que os PCs ainda eram considerados equipamentos de “luxo” e acessíveis para a minoria da população mundial.
E essa não foi a única pesquisa que revelou essa descida de ladeira dos desktops. Outros estudos apontam que ao longo do ano passado inteiro a procura por computadores foi 3,7% menor do que em 2011. Para 2013, os especialistas acreditam que essa taxa deva cair para 1,3% — uma projeção bem otimista no nosso ponto de vista.
Seja com percentuais maiores ou menores, o panorama é o mesmo: uma estagnação (com claros traços de decadência) do computador pessoal, que já teria atingido o seu apogeu de vendas e agora perde espaço para outros aparelhos.

Tentando explicar

Freada da economia

Entre os inúmeros fatores apontados para tentar explicar essa redução do mercado de PCs, o primeiro que nos vem à mente é a crise econômica que eclodiu em 2008, a qual ficou conhecida como a Grande Recessão, teve uma alta significativa em 2010 e persiste até hoje.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Com o aumento do desemprego, a restrição de crédito e a consequente limitação do poder aquisitivo das populações de países que há pouco tempo eram consideradas soberanias intocáveis, diversos setores sofreram com o “desaparecimento” de clientes, incluindo o ramo de eletrônica.
Entre comprar comida ou um novo computador, obviamente, as pessoas preferiram satisfazer a necessidade fisiológica. Contudo, esse talvez não seja o motivo mais relevante para a queda contínua na comercialização de desktops.

Portabilidade é a onda do momento

Sem dúvida, um dos grandes responsáveis pelo desinteresse das pessoas pelos PCs é a nossa mudança de comportamento. Basta um olhar mais atento enquanto você anda pelas ruas, shoppings, restaurantes, cinemas e qualquer outro estabelecimento para ver uma grande parcela das pessoas mexendo em smartphones e tablets.
Com componentes de hardware cada vez mais potentes e sistemas operacionais oferecendo novos e melhores recursos, hoje os dispositivos portáteis são quase computadores de bolso e abrem uma concorrência um tanto quanto “desleal” aos tradicionais desktops.
Como se isso não bastasse, as empresas procuram entrar na onda da portabilidade desenvolvendo plataformas e mecanismos baseados na nuvem, como é o caso do Chrome OS — o sistema da Google que praticamente opera a partir do navegador.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Tais equipamentos podem não substituir completamente os computadores (e nós acreditamos nisso), mas é indiscutível que eles têm roubado uma grande fatia do mercado que antes era dominado pelas máquinas cheias de cabos e que exigem uma mesa.
Essa evolução em nossos hábitos foi comprovada pela Accenture, multinacional de consultoria de gestão. Levantamentos realizados pela companhia revelaram um salto de 26% para 58% no consumo de smartphones e de 8% para 25% dos tablets no período que corresponde de 2009 a 2012.

Não percebi diferença nenhuma

Outra hipótese amplamente discutida entre os especialistas da área é o fato de que os computadores pessoais atuais não apresentam uma configuração tão mais avançada ou performance percebida que justifique a aquisição de um novo PC.
Hoje em dia, mesmo uma máquina “antiga” com alguns anos de uso dá conta do recado para executar nossas tarefas rotineiras, como conferir emails, dar uma olhada no Facebook, editar documentos, assistir a vídeos, reproduzir músicas e até rodar jogos.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
O argumento dado por técnicos é de que, para tais atividades, você não sentirá uma grande diferença de desempenho entre um computador equipado com uma CPU de 2 GHz e outra com um processador de 3 GHz. É possível encontrar analistas que afirmam inclusive que um Core 2 Duo ou Core 2 Quad da Intel, os quais estão no mercado desde 2006, são capazes de executar jogos bem recentes e “pesados”, como Skyrim e Borderlands 2.
Já foi diferente
Esse panorama era bem diferente algumas décadas atrás, quando o potencial de processamento dos componentes crescia exponencialmente. O aumento de performance de hardware era tão grande que um artigo publicado pelo então CEO da Intel, Gordon Moore, em 1965 ficou conhecido como a Lei de Moore.
Nessa publicação, o executivo apontava que o número de transistores e, consequentemente, de poder de processamento dos chips aumentaria 60% a cada 18 meses. A “profecia” não só se concretizou como foi superada pelas fabricantes no início dos anos 2000.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Contudo, em 2005, o próprio Moore afirmou que a sua lei não poderia se manter por muito tempo devido ao limite do uso de energia nos processadores e à condição crítica do aquecimento dos transistores, que afetaria o desempenho das CPUs. Não deu outra: atualmente, o aumento real no desempenho dos computadores pessoais está na ordem de apenas 10% a cada ano, e 16% para os laptops.

As pessoas não gostam de mudanças

Buscando reverter esse quadro, as empresas investem em formas alternativas e de adaptação da operacionalidade dos desktops. O maior destaque desse tipo de movimentação estratégica foi o lançamento do Windows 8 pela Microsoft — sistema que aposta nas telas sensíveis ao toque.
A plataforma da empresa de Redmond chegou até a “criar” um novo segmento de híbridos: os notebooks ou ultrabooks com suporte para displays touchscreen. Ainda é cedo para dizer se a tacada vai dar certo ou não, mas há quem diga que o sistema não corresponderá às expectativas.
Isso porque as pessoas não gostam de mudanças e se sentiram incomodadas com as modificações radicais na interface do SO, como a remoção do familiar botão Iniciar e a sua troca por uma tela baseada no uso em tela cheia — a atual Tela Iniciar. Além disso, os custos associados ao acréscimo de telas sensíveis ao toque tornaram os computadores opções menos atrativas.

Que tal passar em uma vidente?

Infelizmente, pelo menos para as companhias, as previsões não são muito animadoras para o mercado de desktops. Apesar de o consumo de eletrônicos tender a um aumento de pelo menos 4% em 2013, o que totaliza um gasto de US$ 1,1 trilhão segundo uma estimativa feita pela Consumer Electronics Associations (CEA) e a empresa de consultoria GFK, os PCs devem ser deixados de lado por boa parte dos consumidores.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/The Guardian)
Conforme pesquisa da Gartner, no ano passado existiam cerca de 341 milhões de PCs no mundo. Em 2013, a estimativa é que esse número caia para 315 milhões e no ano que vem para 302 milhões. Até 2017, essa quantidade deve despencar para 271 milhões de unidades.
Na contramão, os gadgets portáteis devem apresentar um crescimento de 22% a 25% somente em 2013. Os tablets são os equipamentos da moda e devem ter um aumento de vendas respeitável: saindo da estimativa de 197 milhões neste ano para mais de 467 milhões de unidades daqui a quatro anos.

A saída salvadora

Tudo bem, é fato que o nicho de PCs está decaindo. Mas o que pode ser feito para que os computadores voltem a ter a importância de outrora em nossas vidas? É com pesar que informamos a você que essa é uma pergunta sem uma resposta confiável.
Talvez, a Microsoft tenha apostado no rumo certo ao desenvolver o Windows 8, e as máquinas com tela sensível ao toque proporcionem maior praticidade em nosso dia a dia e virem esse jogo. Porém, o mais provável é que a tendência de portabilidade tenha vindo pra ficar.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Veja bem, isso não significa que os computadores pessoais vão sumir. Uma hora ou outra, seja no trabalho ou para tarefas mais específicas e exigentes, como a edição de vídeos ou a jogatina de games, a melhor opção sempre será o bom e velho PC. Tudo é uma questão de necessidade e desejo do usuário.
A realidade é que as pessoas têm trocado menos de desktops, diferente de alguns anos atrás. Assim, a linha descendente de vendas dos computadores deve continuar por mais um período razoável, até que a sua taxa de comercialização se estabilize. Claro que essas “conclusões” são tiradas com base na atual situação do mercado, o qual pode mudar a qualquer momento.
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Qual a sua visão sobre o assunto? Os computadores correm algum risco de desaparecer do mapa? Você prefere o PC ou o seu smartphone? Para quais atividades você ainda acha essencial o uso dos desktops? Compartilhe a sua opinião com a gente e os outros leitores!

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Teclado KALQ promete digitação 34% mais rápida em telas touchscreen

Criação otimizada para uso dos polegares será lançada para Android.

 
Teclado KALQ promete digitação 34% mais rápida em telas touchscreen (Fonte da imagem: Business Insider)
Cansou de digitar textos em um teclado na configuração QWERTY? Acha o padrão DVORAK muito complicado? Cientistas da University os St. Andews desenvolveram uma nova configuração para teclas que, segundo os próprios criadores, otimiza em até 34% a escrita de recados ou textos em telas touchscreen.
O padrão KALQ (combinação das quatro últimas teclas do lado direito do teclado) foi criado após estudos de “técnicas de otimização computacional” pelos pesquisadores, que notaram o uso contínuo do polegar durante a digitação em tablets e smartphones – e a possibilidade de acabar com o monopólio do QWERTY nesses aparelhos.
Para obter o melhor desempenho, a chave é posicionar teclas bastante utilizadas mais próximas umas das outras e usar os dois polegares, dividindo a tela pela metade e separando os caracteres igualmente. Um aplicativo para Android que faz a atualização para KALQ deve ser lançado em breve. O iOS não terá o serviço, já que a Apple não permite alterações em seu padrão de teclado.

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro

Confira nossa seleção de programas alternativos que farão você economizar uma boa graninha.

 
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Reprodução/AD.nl)
Que tal economizar uma boa graninha no seu dia a dia utilizando a tecnologia como sua principal aliada? Embora muitos não se deem conta disso, é perfeitamente possível poupar seu dinheiro utilizando versões gratuitas – ou ao menos mais baratas – de softwares (e até mesmo hardwares!) que você usa diariamente em casa, na escola ou no trabalho.
Confira abaixo nossa seleção com oito dicas preciosas para quem quer começar hoje mesmo a economizar algumas cédulas em sua rotina digital.

1) Windows x Ubuntu

Substituição clássica para amantes do movimento open source e para quem deseja ter maior “liberdade” sobre o sistema operacional de seu computador. Sendo a distribuição mais famosa do Linux, o Ubuntu divide opiniões quanto à sua qualidade e versatilidade – enquanto muitos o amam, um tanto de outros o odeiam.
Gostos pessoais à parte, é difícil discordar que o SO é uma excelente alternativa gratuita ao custoso sistema desenvolvido pela Microsoft. Adotá-lo em seu computador pode ser o primeiro passo para economizar ao menos R$ 359 (preço sugerido da versão mais simples do Windows 8).
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Reprodução/PCWorld)

2) Microsoft Office x LibreOffice

É difícil encontrar quem viva sem um processador de textos, um visualizador de planilhas e um gerenciador de emails. Tratam-se de ferramentas essenciais para qualquer pessoa que passe um tempo razoável na frente do computador e precise gerar ou compartilhar conteúdos com certa frequência.
Em vez de adquirir uma cópia da famigerada suíte Office desenvolvida pela Microsoft – cuja versão mais atualizada custa ao menos R$ 199 a licença –, é perfeitamente possível recorrer ao gratuito LibreOffice. O pacote (totalmente open source) traz diversos aplicativos de escritório que você necessita para qualquer tipo de trabalho.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Divulgação/LibreOffice)

3) Adobe Photoshop x GIMP

Se você não trabalha profissionalmente com manipulação de imagens e otimização de fotografias, não há muitos motivos para você pagar caro em uma licença do Adobe Photoshop; em vez disso, utilize o software de código aberto GIMP. Além de ser grátis e leve, o programa possui versões tanto para Windows quanto para Linux.

4) Adobe Illustrator/CorelDRAW x Inkscape

Assim como o item anterior, o Illustrator e o CorelDRAW são utilitários de desenho voltados exclusivamente para profissionais que trabalhem ativamente com ilustração e/ou identidade visual de empresas (logotipos, peças publicitárias etc.). Outros tipos de usuários podem substituí-los pelo Inkscape, que possui recursos bem parecidos em uma interface bastante amigável.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Divulgação/Inkscape)

5) Adobe InDesign x Scribus

A verdade é que poucas pessoas conhecem o Scribus, sendo obrigadas a recorrer ao Adobe InDesign no momento em que precisam de um software desenvolvido especialmente para trabalhos de diagramação e editoração eletrônica. Trata-se de um utilitário open source e totalmente gratuito, perfeito para quem pretende fazer jornais, revistas e outras publicações impressas variadas. Está disponível para Windows, Mac OS, Linux e Haiku.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Divulgação/Scribus)

6) FL Studio x Ardour

Embora o FL Studio (anteriormente conhecido como Fruity Loops Studio) seja um dos mais populares e respeitados sequenciadores digitais do mercado, não são todos os usuários que possuem condições de desembolsar US$ 99 (cerca de R$ 200) em uma licença completa do software. Se você faz parte dessa parcela de consumidores, o ideal é recorrer ao Ardour, programa gratuito e com funcionalidades para profissional nenhum botar defeito.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiroAmpliar (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

7) SMS x WhatsApp (ou Viber)

Essa é uma dica que – mesmo que involuntariamente – muitos ao redor do mundo já estão seguindo. A chegada dos aplicativos de bate-papo instantâneo para dispositivos móveis (como o WhatsApp, o Viber ou o KakaoTalk) está aos poucos matando os clássicos SMS – afinal, quem iria preferir pagar cerca de R$ 0,30 para enviar uma única mensagem quando é possível mandá-la de graça?
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Divulgação/WhatsApp)

8) TV a cabo x Miro (ou Netflix)

Todo mundo gosta de assistir à TV, mas nem todos têm condição de pagar a mensalidade de uma assinatura com canais exclusivos e de maior qualidade. Nesse caso, o mais recomendado é utilizar o Miro, um software gratuito que permite ao usuário sintonizar e conferir seus programas prediletos tanto da televisão aberta quanto da fechada.
Além disso, o utilitário é bastante leve (o instalador pesa menos do que 300 KB) e está disponível para Windows, Mac e Linux. Outra alternativa é recorrer ao famoso Netflix, que conta com uma grande variedade de filmes e seriados por um preço razoável.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Reprodução/TalkAndroid).....
E então, gostou? Se você utiliza outros softwares alternativos e gratuitos além dos citados na matéria, não deixe de mencioná-los nos comentários!

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terça-feira, 23 de abril de 2013

Procon-SP indica 71 novos sites não recomendados para compras pela web

A listagem já conta com quase 300 endereços de lojas online com má reputação

 
Procon-SP indica 71 novos sites não recomendados para compras pela web (Fonte da imagem: Reprodução/RetailDigital)
Se você gosta de fazer compras online, precisa ficar de olho na listagem montada pelo Procon de São Paulo. O órgão fornece, desde 2001, dados completos sobre endereços eletrônicos que devem ser evitados pelo consumidor, por contarem com um passado recheado de problemas.
Essa semana, 71 novas lojas online foram incluídas na listagem. Além do endereço, você também vai encontrar a razão social da empresa, número do CNPJ ou CPF do responsável. Além disso, o sistema também identifica os sites que estão fora do ar e aqueles que ainda estão em funcionamento.
A Fundação Procon São Paulo informa que a lista é formada com base em irregularidades nas lojas eletrônicas, tendo como principal causa a falta de entrega de produtos adquiridos e pagos pelo consumidor, sem qualquer resposta ou ressarcimento.
Para não cair em uma fria, acesse a lista antes de qualquer aquisição clicando neste link. Para saber mais sobre compras na internet, confira o Guia de Comércio Eletrônico, também criado pelo Procon, com valiosas dicas e cuidados para a hora de fazer suas compras online

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Empresa brasileira lança membrana com tecnologia 3D sem óculos para iPad

Desenvolvido com tecnologia genuinamente brasileira, chega ao mercado a Magoo 3D, membrana que permite aos usuários do iPad a visualização de seus vídeos e fotos comuns em 3D, sem a necessidade de óculos. Embora haja alguns lançamentos no mercado mundial, esta é primeira tecnologia 3D desenvolvida no país e que tem licença da Apple para iPad. O produto já está à venda pelo site e custa R$ 149,99; em breve estará disponível em lojas físicas. 


A empresa propõe um efeito diferente do percebido no cinema, em que as imagens ganham profundidade. "Acreditamos que a tecnologia 3D tem que ser o mais natural o possível. Afinal, quando olhamos pela janela não vemos os objetos pulando através de nossos olhos”, diz André Wolfenberg Zanuto, de 25 anos, que idealizou e desenvolveu o produto,  ao lado do irmão, Carlos Wolfenberg Zanuto, 30 anos,  e do primo Felipe Wolfenberg Fernandes, 23 anos. Os três são agora sócios da empresa Magoo Tecnologia.

A membrana trabalha em conjunto com um software, o aplicativo Magoo 3D, desenvolvido para cada tipo de aparelho, cuja principal função é converter, em tempo real, no próprio aparelho, os conteúdos a serem visualizados. Este software pode ser baixado e instalado nas lojas de aplicativos de cada smartphone ou tablet, sem qualquer custo adicional.

“É a primeira membrana no mercado mundial que permite a visualização de conteúdos 2D em 3D, em tempo real, sem a necessidade do uso de óculos no iPad. Nosso aplicativo reconhece imagens nas fotos e vídeos, para fazer uma simulação 3D mais próxima o possível da realidade”, diz Felipe Wolfenberg Fernandes. “Pensamos em facilitar ao máximo o processo de montagem e, neste sentido, projetamos um produto tão simples de encaixar quanto um lego; e que serve para todas as gerações de iPad: 1, 2, 3 e 4”, finaliza Andrè.

via yahoo

segunda-feira, 22 de abril de 2013

4G já está disponível em oito capitais brasileiras

Fabricantes de smartphones já se preparam para lançar mais dispositivos compatíveis com o sinal brasileiro.


4G já está disponível em oito capitais brasileirasOperadora Claro é a única que já consegue ofertar o sinal 4G (Fonte da imagem: Reprodução/INFO)
Com o objetivo de cumprir os prazos estabelecidos recentemente pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel), as principais operadoras de telefonia móvel do Brasil se esforçam para habilitar a rede 4G até o final deste mês. Enquanto as empresas TIM, Oi e Vivo ainda não começaram a disponibilizar o sinal, a Claro já consegue ofertar a tecnologia em um total de oito capitais e três cidades brasileiras – de acordo com a operadora, cerca de 5 mil usuários já utilizam a rede.
Cobrindo Recife desde o ano passado, a empresa expandiu seu território na última semana disponibilizando pacotes de dados para o Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza. Além disso, Curitiba, Porto Alegre, Parati, Búzios e Campos do Jordão também já contam com sinal 4G da Claro. Os preços dos planos variam entre R$ 550 e R$ 940, com aquisição de aparelhos compatíveis com a tecnologia.
Em informes oficiais, as operadoras TIM e Oi – que se uniram para diminuir os custos com equipamentos e instalação de antenas – afirmaram que também conseguirão oferecer o sinal até 30 de abril, cobrindo ao menos 50% das cidades que sediarão a Copa das Confederações. Enquanto a TIM deve focar seus esforços em Recife, a Oi ficará responsável por Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e Salvador.
4G já está disponível em oito capitais brasileirasFabricantes pretendem lançar mais smartphones que aceitem o 4G brasileiro (Fonte da imagem: Reprodução/Pplware)

Novos aparelhos compatíveis em breve

Com a eminente chegada do 4G na maior parte do território nacional, os fabricantes de smartphones preparam-se para lançar mais aparelhos que aceitem a frequência brasileira; atualmente, só 11 dispositivos compatíveis são homologados pela Anatel. A LG, que recentemente lançou o Optimus G, afirma que irá introduzir mais dois ou três gadgets ainda neste semestre; a Sony, por sua vez, planeja participar do mercado com o Xperia ZQ e outro modelo que “deve chegar às lojas em breve”.
Já a BlackBerry pretende lançar dois novos smartphones compatíveis com o 4G brasileiro, enquanto a Motorola (que já possui o Razr HD homologado) diz que terá novidades a curto prazo, mas não revela detalhes. Nokia e Apple ainda não se pronunciaram sobre o assunto.

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