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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos

Um guia prático para ensinar você a encontrar as últimas atualizações disponíveis para a sua placa de vídeo.

 
Se investir na troca de hardware do PC soa uma ideia melhor do que comprar um console novo a cada geração lançada, então provavelmente você já deve ter ouvido falar alguma coisa sobre drivers. Qual a relação? Diferente de um video game, que sempre baixa as atualizações necessárias automaticamente para melhorar o seu desempenho, o mesmo não é exatamente verdade quando o assunto são as placas de vídeo.
Talvez você não se lembre da última vez que trocou a sua placa de vídeo, mas na caixa em que o hardware era guardado, muito provavelmente veio também um CD de instalação do driver específico para fazer a placa gráfica funcionar: sem ele instalado, o seu computador não reconhece direito a peça nova e não consegue fazê-la funcionar com toda a sua capacidade.
Falando em capacidade, as fabricantes de placas de alto desempenho (NVIDIA, AMD e Intel) estão sempre pesquisando maneiras de melhorar a eficiência dos seus produtos. Em outras palavras, talvez você não precise trocar nada no seu computador para fazê-lo rodar um jogo de lançamento: atualizar o driver da placa gráfica pode ser suficiente para isso. Entretanto, existe a chance de ela ser velha demais e, por consequência, não ser mais suportada pela fabricante.

Pré-requisitos

Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos

Faça você mesmo

Apesar de ser extremamente importante, muitos se esquecem de manter os drivers de vídeo atualizados. Ao deixá-los em dia, você garante o melhor desempenho em jogos e programas que usem a aceleração da GPU. Nesse tutorial, você aprende como atualizar os driver da NVIDIA, da AMD e da Intel.
Primeiro passo: identificar a placa
A primeira coisa a ser feita é identificar qual é exatamente o modelo da sua placa. Para isso, abra o Menu Iniciar, digite "dxdiag" (sem aspas) e pressione Enter. Uma tela do DirectX deve abrir. Clique na aba "Exibir". Você verá o nome da placa e o fabricante listados nesta tela:
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Outra forma é pelo sistema operacional. Abra o Menu Iniciar. Clique com o botão direito sobre o ícone "Computador" e selecione "Propriedades". Na janela que se abre, clique em "Gerenciador de Dispositivos".
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Abra a seção "Adaptadores de Vídeo" e veja qual é o nome da placa listada:
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Como atualizar drivers da NVIDIA
Abra seu navegador e entre em "NVIDIA.com". No menu, passe o mouse sobre "Drivers" e selecione "Drivers NVIDIA". Nesta tela, você deve selecionar os campos de acordo com sua placa. Basta selecionar a série e família de acordo com o nome identificado anteriormente. Selecione seu sistema operacional e clique em "Procurar":
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Na tela seguinte, clique em "Baixar". Depois, "Aceitar e Baixar". Quando o download finalizar, abra o instalador e siga os passos descritos na tela. Não é necessário desinstalar o driver anterior, já que a maioria dos instaladores fazem isso. É recomendável reiniciar o PC após a conclusão do processo:
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Como atualizar drivers da AMD
Depois de identificar qual é a sua placa, abra o navegador. Entre no site "AMD.com". Clique em "Suporte e Downloads" e, nos menus, escolha qual é a sua placa e sistema operacional. Depois, pressione o botão "Ver Resultados":
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Na página que se abre, procure por "Catalyst Software Suite", para que seja instalado o programa de gerenciamento da placa e o driver atualizado. Você também pode baixar drivers beta, mas nem sempre é recomendado. Clique em "Download" e aguarde.
Depois, basta executar o instalador e e seguir os passos descritos na tela. Não é necessário desinstalar o driver anterior. A maioria dos instaladores já faz isso. É recomendável reiniciar o PC após isso:
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Como atualizar drivers da Intel
Alguns notebooks e a maioria dos ultrabooks vem com placa de vídeo integrada, ou onboard, da Intel. Depois de identificar isso, abra a página "Intel.com". Clique em menu, selecione a opção "Suporte" e depois "Downloads e Drivers". Clique em "Procurar Drivers":
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Na tela a seguir, use os menus que condizem com a sua placa gráfica e clique em "Pesquisar". Depois, selecione o sistema operacional. Na parte de baixo da tela, você poderá encontrar os drivers correspondentes mais atualizados. Basta escolher um e clicar no título. Depois, clique em "Download". Na tela a seguir, você deve marcar a opção “Eu aceito os termos do contrato de licença”. O arquivo começa a ser baixado automaticamente.
Quando o download terminar, execute o instalador e siga as instruções na tela. Ele sugere ao fim que você reinicie o PC, o que é bastante recomendável:
Como atualizar o driver da placa de vídeo e tirar maior proveito dos jogos(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Agora basta ficar de olho e manter a sua placa de vídeo sempre atualizada, para garantir o melhor desempenho possível nos jogos.

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terça-feira, 30 de abril de 2013

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura

Com novas antenas e fibra óptica, o 4G ganha cada vez mais espaço no país e promete desafogar o 3G.

 
3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura (Fonte da imagem: ShutterStock)
O Brasil já possui redes 4G disponíveis nas principais cidades do país. Esse movimento estratégico se deve, principalmente, ao fato de que sediaremos pelo menos dois grandes eventos internacionais nos próximos anos: a Copa do Mundo da FIFA, em 2014, e os Jogos Olímpicos de 2016.
No momento, as operadoras de celular começam a anunciar seus planos comerciais de 4G, como é o caso da Claro e da Oi. As duas empresas inauguraram o serviço da rede de telefonia móvel de quarta geração para a cidade de São Paulo, no último dia 25, com planos que custam R$ 100 em média.
Mas o que significa, na prática, ter cobertura 4G no país? O Tecmundo já publicou alguns comparativos sobre essas duas redes, ressaltando as diferenças que existem entre as duas tecnologias. Porém, se pensarmos na infraestrutura, é provável que muita gente não saiba que tipo de equipamentos foi necessário para fazer com que o 4G chegasse ao consumidor final.

Novas antenas e torres

Apesar de ainda funcionarem de maneira semelhante, existem diferenças muito visíveis entre as redes móveis 3G e 4G. A princípio, o caminho da comunicação permanece o mesmo: os celulares enviam sinais para as torres e, logo em seguida, essas torres repassam os dados para uma central de comunicações. Porém, o que muda realmente são os equipamentos.
A rede 4G opera em uma frequência distinta da 3G e, por isso, são necessárias antenas diferentes e que possam operar na faixa de 2,5 GHz, reservada pelo governo brasileiro para esse tipo de comunicação.
As antenas 4G são mais baixas do que as 3G e possuem um sinal bem mais denso. Se uma torre 3G pode compartilhar o sinal com cerca de 60 a 100 telefones, a 4G aumenta em muito esse número: uma torre da nova rede pode servir de 300 a 400 pessoas, suportando muito mais usuários simultâneos.
Em contrapartida, as antenas 4G fornecem uma cobertura menor, exigindo que mais antenas sejam instaladas para que o sinal se mantenha consistente. De acordo com o site Baguete, o número de antenas instaladas deve duplicar para o bom funcionamento do 4G.
3G e 4G: entenda as diferenças de infraestruturaAntenas 4G têm sinal mais denso, mas cobertura menor (Fonte da imagem: Reprodução/Extra)

Burocracia contra o 4G

E essa expansão não é fácil. De acordo com o Terra, o Brasil precisa de 30 novas antenas por dia para que a rede de quarta geração esteja completamente implementada para a Copa de 2014. Porém, esses equipamentos precisam de uma licença do governo que autorize a sua instalação, e é exatamente nesse ponto que as operadoras têm encontrado dificuldades.
Para ter uma ideia de como esse processo pode ser lento, o diretor-executivo do sindicato das operadoras SindiTeleBrasil, Eduardo Levy, declarou em entrevista para o UOL que o prazo para obtenção de licenças para instalar uma única antena pode demorar de 6 a 8 meses. Há situações ainda mais complicadas, em que são necessárias sete licenças para a instalação de uma única antena.
A razão para essa lentidão é o fato de que cada cidade possui suas regras para a instalação desse tipo de equipamento. Em algumas, por exemplo, as antenas não podem ser instaladas perto de escolas ou hospitais. Dessa forma, a taxa atual é de 15 antenas instaladas por dia, metade do número necessário.
Para resolver esse imbróglio, há a Lei Geral das Antenas (Lei 5013/13), que tenta padronizar todas essas regras municipais e estaduais para instalação dos equipamentos. O projeto foi aprovado em fevereiro pelo Senado, mas ainda está aguardando tramitação na Câmara dos Deputados. Essa lei prevê, por exemplo, concessão automática para instalação de antenas  caso as prefeituras não se posicionem contra em até 60 dias.
3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura (Fonte da imagem: ShutterStock)

3G pelo ar, 4G pela terra

Há também outra mudança importante e que é responsável direta pelo aumento da largura de banda. No caso do 3G, a comunicação entre as torres e a central telefônica é feita por ondas de rádio. Já na quarta geração da rede móvel, esses dados são trocados por cabos de fibra óptica. Isso aumenta a largura de banda e, consequentemente, entrega mais velocidade de navegação para quem costuma navegar pelo celular, já que metade do caminho percorrido pelos pacotes de dados é feito por esses cabos.
O mesmo caminho é percorrido, de maneira inversa, para entregar os dados solicitados aos celulares dos clientes, sendo que há faixas de frequências separadas para o envio (uplink) e recebimento de dados (downlink), fazendo com que um não interfira no outro.

Estádios e aeroportos

Além de toda a instalação de cabos de fibra óptica, de novas antenas e torres nas principais cidades do país, as operadoras estão investindo R$ 200 milhões para oferecer uma cobertura 4G melhor nos estádios e aeroportos brasileiros.
Cerca de 12 estádios terão salas exclusivas para a instalação de equipamentos que devem reforçar o sinal da rede de comunicação nesses locais. A mesma operação deve levar o sinal do 4G aos aeroportos das capitais que receberão os jogos da Copa do Mundo da FIFA, garantindo que todos possam navegar com mais tranquilidade.

Celulares compatíveis no Brasil

Outra ponta da infraestrutura necessária para o funcionamento do 4G em nosso país diz respeito aos consumidores, que se quiserem desfrutar de toda a velocidade dessa rede precisarão ter aparelhos capazes de suportar esse tipo de tecnologia. Vale a pena reforçar que a troca de celular não é obrigatória e que as redes 2G e 3G continuarão em operação.
3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura
LG Optimus G, um dos modelos 4G disponíveis no Brasil (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)
Porém, quem quiser fazer a migração já pode escolher entre diversos modelos disponíveis nas principais lojas do país. Entre eles estão Sony Xperia ZQ, LG Optimus G, Motorola Razr HD, Nokia Lumia 920 e o recém-lançado Samsung Galaxy S4. Novos aparelhos também devem chegar logo ao Brasil, como é o caso do Galaxy Express.

Desafogando o 3G

O investimento em 4G no Brasil pode resultar em outro aspecto positivo: com a migração dos clientes mais exigentes para a nova rede, o 3G tende a ficar menos congestionado e ganhar um aumento no desempenho. Afinal, quanto menos pessoas estiverem conectadas a uma mesma célula, maior será a velocidade para tráfego de dados.
Agora, só nos resta saber quanto tempo levará para que os preços dos planos de 4G diminuam. Isso deve acontecer à medida que a oferta e a procura pela nova rede aumentarem. Enquanto isso, ficamos na torcida para que o 4G se torne rapidamente o novo padrão de comunicação móvel no Brasil.

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

O que está acontecendo com o mercado de PCs?

Crescimento do nicho de portáteis e menor diferença no potencial dos componentes de hardware derrubam as vendas dos tradicionais computadores de mesa.


Nos últimos anos, você tem gastado mais dinheiro com equipamentos portáteis, como smartphones e tablets, ou com aquele “velho” computador que muitas vezes fica abandonado em cima da escrivaninha da sala?
Embora os PCs ainda façam parte das nossas vidas, é fato que eles têm perdido espaço no tão acirrado mercado de eletrônicos. Pesquisas e levantamentos estatísticos comprovam a queda nas vendas desse tipo de produto.
Neste artigo, você vai entender melhor por que temos deixado de investir nos desktops (seja na aquisição de um equipamento novo ou no upgrade de suas peças) e qual o futuro desse setor.

Não tá fácil pra ninguém

O cenário não anda nada favorável para as fabricantes de PCs. Segundo um levantamento realizado pela International Data Corporation (IDC), o mercado de computadores está em decadência, e maior do que a esperada.
De acordo com essa publicação, estimava-se uma queda de 7,7% nas vendas de desktops entre o primeiro trimestre de 2012 e o mesmo período deste ano. Contudo, com “apenas” 76,3 milhões de unidades comercializadas, o tombo registrado superou bastante as expectativas: 13,9%.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/IDC)
Para você ter uma noção da representatividade desse índice, essa foi a redução mais significativa para o nicho de computadores registrada por esse órgão internacional desde 1994 — época que os PCs ainda eram considerados equipamentos de “luxo” e acessíveis para a minoria da população mundial.
E essa não foi a única pesquisa que revelou essa descida de ladeira dos desktops. Outros estudos apontam que ao longo do ano passado inteiro a procura por computadores foi 3,7% menor do que em 2011. Para 2013, os especialistas acreditam que essa taxa deva cair para 1,3% — uma projeção bem otimista no nosso ponto de vista.
Seja com percentuais maiores ou menores, o panorama é o mesmo: uma estagnação (com claros traços de decadência) do computador pessoal, que já teria atingido o seu apogeu de vendas e agora perde espaço para outros aparelhos.

Tentando explicar

Freada da economia

Entre os inúmeros fatores apontados para tentar explicar essa redução do mercado de PCs, o primeiro que nos vem à mente é a crise econômica que eclodiu em 2008, a qual ficou conhecida como a Grande Recessão, teve uma alta significativa em 2010 e persiste até hoje.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Com o aumento do desemprego, a restrição de crédito e a consequente limitação do poder aquisitivo das populações de países que há pouco tempo eram consideradas soberanias intocáveis, diversos setores sofreram com o “desaparecimento” de clientes, incluindo o ramo de eletrônica.
Entre comprar comida ou um novo computador, obviamente, as pessoas preferiram satisfazer a necessidade fisiológica. Contudo, esse talvez não seja o motivo mais relevante para a queda contínua na comercialização de desktops.

Portabilidade é a onda do momento

Sem dúvida, um dos grandes responsáveis pelo desinteresse das pessoas pelos PCs é a nossa mudança de comportamento. Basta um olhar mais atento enquanto você anda pelas ruas, shoppings, restaurantes, cinemas e qualquer outro estabelecimento para ver uma grande parcela das pessoas mexendo em smartphones e tablets.
Com componentes de hardware cada vez mais potentes e sistemas operacionais oferecendo novos e melhores recursos, hoje os dispositivos portáteis são quase computadores de bolso e abrem uma concorrência um tanto quanto “desleal” aos tradicionais desktops.
Como se isso não bastasse, as empresas procuram entrar na onda da portabilidade desenvolvendo plataformas e mecanismos baseados na nuvem, como é o caso do Chrome OS — o sistema da Google que praticamente opera a partir do navegador.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Tais equipamentos podem não substituir completamente os computadores (e nós acreditamos nisso), mas é indiscutível que eles têm roubado uma grande fatia do mercado que antes era dominado pelas máquinas cheias de cabos e que exigem uma mesa.
Essa evolução em nossos hábitos foi comprovada pela Accenture, multinacional de consultoria de gestão. Levantamentos realizados pela companhia revelaram um salto de 26% para 58% no consumo de smartphones e de 8% para 25% dos tablets no período que corresponde de 2009 a 2012.

Não percebi diferença nenhuma

Outra hipótese amplamente discutida entre os especialistas da área é o fato de que os computadores pessoais atuais não apresentam uma configuração tão mais avançada ou performance percebida que justifique a aquisição de um novo PC.
Hoje em dia, mesmo uma máquina “antiga” com alguns anos de uso dá conta do recado para executar nossas tarefas rotineiras, como conferir emails, dar uma olhada no Facebook, editar documentos, assistir a vídeos, reproduzir músicas e até rodar jogos.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
O argumento dado por técnicos é de que, para tais atividades, você não sentirá uma grande diferença de desempenho entre um computador equipado com uma CPU de 2 GHz e outra com um processador de 3 GHz. É possível encontrar analistas que afirmam inclusive que um Core 2 Duo ou Core 2 Quad da Intel, os quais estão no mercado desde 2006, são capazes de executar jogos bem recentes e “pesados”, como Skyrim e Borderlands 2.
Já foi diferente
Esse panorama era bem diferente algumas décadas atrás, quando o potencial de processamento dos componentes crescia exponencialmente. O aumento de performance de hardware era tão grande que um artigo publicado pelo então CEO da Intel, Gordon Moore, em 1965 ficou conhecido como a Lei de Moore.
Nessa publicação, o executivo apontava que o número de transistores e, consequentemente, de poder de processamento dos chips aumentaria 60% a cada 18 meses. A “profecia” não só se concretizou como foi superada pelas fabricantes no início dos anos 2000.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Contudo, em 2005, o próprio Moore afirmou que a sua lei não poderia se manter por muito tempo devido ao limite do uso de energia nos processadores e à condição crítica do aquecimento dos transistores, que afetaria o desempenho das CPUs. Não deu outra: atualmente, o aumento real no desempenho dos computadores pessoais está na ordem de apenas 10% a cada ano, e 16% para os laptops.

As pessoas não gostam de mudanças

Buscando reverter esse quadro, as empresas investem em formas alternativas e de adaptação da operacionalidade dos desktops. O maior destaque desse tipo de movimentação estratégica foi o lançamento do Windows 8 pela Microsoft — sistema que aposta nas telas sensíveis ao toque.
A plataforma da empresa de Redmond chegou até a “criar” um novo segmento de híbridos: os notebooks ou ultrabooks com suporte para displays touchscreen. Ainda é cedo para dizer se a tacada vai dar certo ou não, mas há quem diga que o sistema não corresponderá às expectativas.
Isso porque as pessoas não gostam de mudanças e se sentiram incomodadas com as modificações radicais na interface do SO, como a remoção do familiar botão Iniciar e a sua troca por uma tela baseada no uso em tela cheia — a atual Tela Iniciar. Além disso, os custos associados ao acréscimo de telas sensíveis ao toque tornaram os computadores opções menos atrativas.

Que tal passar em uma vidente?

Infelizmente, pelo menos para as companhias, as previsões não são muito animadoras para o mercado de desktops. Apesar de o consumo de eletrônicos tender a um aumento de pelo menos 4% em 2013, o que totaliza um gasto de US$ 1,1 trilhão segundo uma estimativa feita pela Consumer Electronics Associations (CEA) e a empresa de consultoria GFK, os PCs devem ser deixados de lado por boa parte dos consumidores.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/The Guardian)
Conforme pesquisa da Gartner, no ano passado existiam cerca de 341 milhões de PCs no mundo. Em 2013, a estimativa é que esse número caia para 315 milhões e no ano que vem para 302 milhões. Até 2017, essa quantidade deve despencar para 271 milhões de unidades.
Na contramão, os gadgets portáteis devem apresentar um crescimento de 22% a 25% somente em 2013. Os tablets são os equipamentos da moda e devem ter um aumento de vendas respeitável: saindo da estimativa de 197 milhões neste ano para mais de 467 milhões de unidades daqui a quatro anos.

A saída salvadora

Tudo bem, é fato que o nicho de PCs está decaindo. Mas o que pode ser feito para que os computadores voltem a ter a importância de outrora em nossas vidas? É com pesar que informamos a você que essa é uma pergunta sem uma resposta confiável.
Talvez, a Microsoft tenha apostado no rumo certo ao desenvolver o Windows 8, e as máquinas com tela sensível ao toque proporcionem maior praticidade em nosso dia a dia e virem esse jogo. Porém, o mais provável é que a tendência de portabilidade tenha vindo pra ficar.
O que está acontecendo com o mercado de PCs? (Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Veja bem, isso não significa que os computadores pessoais vão sumir. Uma hora ou outra, seja no trabalho ou para tarefas mais específicas e exigentes, como a edição de vídeos ou a jogatina de games, a melhor opção sempre será o bom e velho PC. Tudo é uma questão de necessidade e desejo do usuário.
A realidade é que as pessoas têm trocado menos de desktops, diferente de alguns anos atrás. Assim, a linha descendente de vendas dos computadores deve continuar por mais um período razoável, até que a sua taxa de comercialização se estabilize. Claro que essas “conclusões” são tiradas com base na atual situação do mercado, o qual pode mudar a qualquer momento.
.....
Qual a sua visão sobre o assunto? Os computadores correm algum risco de desaparecer do mapa? Você prefere o PC ou o seu smartphone? Para quais atividades você ainda acha essencial o uso dos desktops? Compartilhe a sua opinião com a gente e os outros leitores!

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Teclado KALQ promete digitação 34% mais rápida em telas touchscreen

Criação otimizada para uso dos polegares será lançada para Android.

 
Teclado KALQ promete digitação 34% mais rápida em telas touchscreen (Fonte da imagem: Business Insider)
Cansou de digitar textos em um teclado na configuração QWERTY? Acha o padrão DVORAK muito complicado? Cientistas da University os St. Andews desenvolveram uma nova configuração para teclas que, segundo os próprios criadores, otimiza em até 34% a escrita de recados ou textos em telas touchscreen.
O padrão KALQ (combinação das quatro últimas teclas do lado direito do teclado) foi criado após estudos de “técnicas de otimização computacional” pelos pesquisadores, que notaram o uso contínuo do polegar durante a digitação em tablets e smartphones – e a possibilidade de acabar com o monopólio do QWERTY nesses aparelhos.
Para obter o melhor desempenho, a chave é posicionar teclas bastante utilizadas mais próximas umas das outras e usar os dois polegares, dividindo a tela pela metade e separando os caracteres igualmente. Um aplicativo para Android que faz a atualização para KALQ deve ser lançado em breve. O iOS não terá o serviço, já que a Apple não permite alterações em seu padrão de teclado.

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro

Confira nossa seleção de programas alternativos que farão você economizar uma boa graninha.

 
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Reprodução/AD.nl)
Que tal economizar uma boa graninha no seu dia a dia utilizando a tecnologia como sua principal aliada? Embora muitos não se deem conta disso, é perfeitamente possível poupar seu dinheiro utilizando versões gratuitas – ou ao menos mais baratas – de softwares (e até mesmo hardwares!) que você usa diariamente em casa, na escola ou no trabalho.
Confira abaixo nossa seleção com oito dicas preciosas para quem quer começar hoje mesmo a economizar algumas cédulas em sua rotina digital.

1) Windows x Ubuntu

Substituição clássica para amantes do movimento open source e para quem deseja ter maior “liberdade” sobre o sistema operacional de seu computador. Sendo a distribuição mais famosa do Linux, o Ubuntu divide opiniões quanto à sua qualidade e versatilidade – enquanto muitos o amam, um tanto de outros o odeiam.
Gostos pessoais à parte, é difícil discordar que o SO é uma excelente alternativa gratuita ao custoso sistema desenvolvido pela Microsoft. Adotá-lo em seu computador pode ser o primeiro passo para economizar ao menos R$ 359 (preço sugerido da versão mais simples do Windows 8).
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Reprodução/PCWorld)

2) Microsoft Office x LibreOffice

É difícil encontrar quem viva sem um processador de textos, um visualizador de planilhas e um gerenciador de emails. Tratam-se de ferramentas essenciais para qualquer pessoa que passe um tempo razoável na frente do computador e precise gerar ou compartilhar conteúdos com certa frequência.
Em vez de adquirir uma cópia da famigerada suíte Office desenvolvida pela Microsoft – cuja versão mais atualizada custa ao menos R$ 199 a licença –, é perfeitamente possível recorrer ao gratuito LibreOffice. O pacote (totalmente open source) traz diversos aplicativos de escritório que você necessita para qualquer tipo de trabalho.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Divulgação/LibreOffice)

3) Adobe Photoshop x GIMP

Se você não trabalha profissionalmente com manipulação de imagens e otimização de fotografias, não há muitos motivos para você pagar caro em uma licença do Adobe Photoshop; em vez disso, utilize o software de código aberto GIMP. Além de ser grátis e leve, o programa possui versões tanto para Windows quanto para Linux.

4) Adobe Illustrator/CorelDRAW x Inkscape

Assim como o item anterior, o Illustrator e o CorelDRAW são utilitários de desenho voltados exclusivamente para profissionais que trabalhem ativamente com ilustração e/ou identidade visual de empresas (logotipos, peças publicitárias etc.). Outros tipos de usuários podem substituí-los pelo Inkscape, que possui recursos bem parecidos em uma interface bastante amigável.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Divulgação/Inkscape)

5) Adobe InDesign x Scribus

A verdade é que poucas pessoas conhecem o Scribus, sendo obrigadas a recorrer ao Adobe InDesign no momento em que precisam de um software desenvolvido especialmente para trabalhos de diagramação e editoração eletrônica. Trata-se de um utilitário open source e totalmente gratuito, perfeito para quem pretende fazer jornais, revistas e outras publicações impressas variadas. Está disponível para Windows, Mac OS, Linux e Haiku.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Divulgação/Scribus)

6) FL Studio x Ardour

Embora o FL Studio (anteriormente conhecido como Fruity Loops Studio) seja um dos mais populares e respeitados sequenciadores digitais do mercado, não são todos os usuários que possuem condições de desembolsar US$ 99 (cerca de R$ 200) em uma licença completa do software. Se você faz parte dessa parcela de consumidores, o ideal é recorrer ao Ardour, programa gratuito e com funcionalidades para profissional nenhum botar defeito.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiroAmpliar (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

7) SMS x WhatsApp (ou Viber)

Essa é uma dica que – mesmo que involuntariamente – muitos ao redor do mundo já estão seguindo. A chegada dos aplicativos de bate-papo instantâneo para dispositivos móveis (como o WhatsApp, o Viber ou o KakaoTalk) está aos poucos matando os clássicos SMS – afinal, quem iria preferir pagar cerca de R$ 0,30 para enviar uma única mensagem quando é possível mandá-la de graça?
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Divulgação/WhatsApp)

8) TV a cabo x Miro (ou Netflix)

Todo mundo gosta de assistir à TV, mas nem todos têm condição de pagar a mensalidade de uma assinatura com canais exclusivos e de maior qualidade. Nesse caso, o mais recomendado é utilizar o Miro, um software gratuito que permite ao usuário sintonizar e conferir seus programas prediletos tanto da televisão aberta quanto da fechada.
Além disso, o utilitário é bastante leve (o instalador pesa menos do que 300 KB) e está disponível para Windows, Mac e Linux. Outra alternativa é recorrer ao famoso Netflix, que conta com uma grande variedade de filmes e seriados por um preço razoável.
8 programas gratuitos para você não torrar seu dinheiro (Fonte da imagem: Reprodução/TalkAndroid).....
E então, gostou? Se você utiliza outros softwares alternativos e gratuitos além dos citados na matéria, não deixe de mencioná-los nos comentários!

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terça-feira, 23 de abril de 2013

Procon-SP indica 71 novos sites não recomendados para compras pela web

A listagem já conta com quase 300 endereços de lojas online com má reputação

 
Procon-SP indica 71 novos sites não recomendados para compras pela web (Fonte da imagem: Reprodução/RetailDigital)
Se você gosta de fazer compras online, precisa ficar de olho na listagem montada pelo Procon de São Paulo. O órgão fornece, desde 2001, dados completos sobre endereços eletrônicos que devem ser evitados pelo consumidor, por contarem com um passado recheado de problemas.
Essa semana, 71 novas lojas online foram incluídas na listagem. Além do endereço, você também vai encontrar a razão social da empresa, número do CNPJ ou CPF do responsável. Além disso, o sistema também identifica os sites que estão fora do ar e aqueles que ainda estão em funcionamento.
A Fundação Procon São Paulo informa que a lista é formada com base em irregularidades nas lojas eletrônicas, tendo como principal causa a falta de entrega de produtos adquiridos e pagos pelo consumidor, sem qualquer resposta ou ressarcimento.
Para não cair em uma fria, acesse a lista antes de qualquer aquisição clicando neste link. Para saber mais sobre compras na internet, confira o Guia de Comércio Eletrônico, também criado pelo Procon, com valiosas dicas e cuidados para a hora de fazer suas compras online

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