Novos modelos do cartão apresentam interface simplificada e acessível.
(Fonte da imagem: Divulgação/Eye-Fi) Os
cartões Eye-Fi foram lançados em 2006 com a proposta de permitir que
fotos de câmeras digitais pudessem ser transmitidas facilmente para um
computador ou dispositivo móvel. No entanto, os cartões sempre
precisaram de conexões WiFi com a internet para realizar a operação –
algo que não é mais necessário.
Apesar de a possibilidade de realizar a transferência sem a ajuda
da internet já estar disponível desde o modelo Eye-Fi X2, o novo Eye-Fi
Mobi consegue realizar o mesmo procedimento de uma maneira ainda mais
simples para o usuário.
Para isso, o dono do cartão precisa apenas baixar um aplicativo para
iOS ou Android (dependendo, é claro, de seu modelo de smartphone). A
partir daí, a Eye-Fi garante que o processo de comunicação entre o
celular e o cartão é rápido e descomplicado — uma boa notícia para quem
gosta de viajar e deseja compartilhar imediatamente as suas fotografias
Entenda o motivo pelo qual os vídeos dos canais
de TV de alta definição e dos serviços de streaming não alcançam a
qualidade dos filmes em Blu-ray.
Desde o lançamento da tecnologia Blu-ray — que
foi impulsionada pelo PlayStation 3 —, as fabricantes e os grandes
estúdios prometem que os filmes neste formato oferecem a melhor
qualidade em imagem e áudio. As propagandas alarmam o enorme salto na
definição dos vídeos, notando sempre que a resolução passou de 480p para
1080p.
Assim como as mídias físicas, as operadoras de TV a cabo e os
serviços de streaming por internet também evoluíram. Muitas companhias
de televisão anunciam pacotes com uma infinidade de canais HD. Na web,
diversos portais de vídeo (como o YouTube) e locadoras virtuais (como o Netflix) oferecem os vídeos com resolução 1080p.
Na teoria, todas essas mídias alcançam qualidades muito parecidas,
mas, na prática, sabemos que não é bem desse jeito. É notável que os
vídeos transmitidos via streaming e os conteúdos das TVs a cabo oferecem
qualidade muito inferior à dos filmes em Blu-ray. Mas, afinal, por que
isso acontece? O que essas mídias têm de tão especial?
1080p não quer dizer muita coisa
Primeiramente, vale esclarecer que a resolução de um vídeo não
representa nada além da quantidade de pixels que serão exibidos na tela.
Sim, 1920x1080 pixels é uma resolução excelente, sendo a mais elevada
para a reprodução de conteúdo na maioria dos televisores LCD, LED e
Plasma — salvo exceções, como os modelos 4k.
Se compararmos um vídeo em 1080p com outro em 720p, as diferenças de
“qualidade” serão nítidas — mesmo em telas de dimensões reduzidas. Um
arquivo com resolução de 1920x180 pixels exibe mais do que o dobro de
pixels de outro com resolução de 1280x720 pixels.
Vale notar que um mesmo espaço está sendo preenchido com menor
quantidade de pixels (quando é usada a resolução de 720p), ou seja, cada
pixel acaba ganhando um tamanho físico maior. Uma mesma região que
poderia exibir 2,25 pixels (de um vídeo em 1080p) acaba mostrando apenas
um pixel (de um vídeo em 720p).
No entanto, a qualidade de um vídeo não é ditada por sua resolução.
Quer um exemplo? Você pode pegar um vídeo em 480p e converter para a
resolução 1080p. Qualquer software dos mais básicos vai esticar os
pixels e aumentar a resolução do clipe, oferecendo como saída um arquivo
em “alta definição” (que, na verdade, vai ter o conteúdo totalmente
distorcido). Veja um exemplo:
Aqui, é importante lembrar que as TVs a cabo e serviços de streaming
dificilmente trabalham com o padrão 1080p — mas a lista de opções Full
HD vem aumentando. A maioria ainda patina, por limitações de hardware e
de transmissão, com vídeos em 720p ou 1080i — se você não sabe a
diferença, confira nossa explicação.
Moral da história: a resolução não é o fator fundamental na
qualidade, e tanto a HDTV quanto alguns serviços de streaming são
limitados e não conseguem reproduzir conteúdo com a mesma resolução dos
filmes em BD (Blu-ray Disc).
O “bitrate” é o fator fundamental
Sim, a definição da imagem está diretamente ligada à resolução, mas o
que realmente define a qualidade dos vídeos é a taxa de bits. Esse
número expressado em Mbps (megabits por segundo) revela justamente a
quantidade de dados (no caso, em megabits) que é transmitida em um
determinado tempo (em um único segundo).
Frame de vídeo do iTunes (topo) e o mesmo frame em Blu-ray (Fonte da imagem: Reprodução/ArsTechnica)
Essa quantidade de dados serve para definir a “qualidade” (definição,
nitidez, fidelidade de cores e outros detalhes) de um conjunto de
frames (que somados resultam em um segundo de vídeo). Cada segundo de
vídeo é composto por uma quantidade de quadros que costuma variar
conforme a mídia ou serviço.
Os filmes em BD, no geral, contam com 24 frames por segundo. As TVs a
cabo costumam trabalhar com 30 frames por segundo. Tirando essa questão
dos quadros por segundo, a conta é um bocado simples: quanto mais bits
compõem os frames de um segundo, mais perfeita fica a imagem.
Vamos a um exemplo: quando você vai salvar uma imagem no Photoshop, é
possível definir a qualidade — quanto maior a qualidade, menores as
chances de danificar o conteúdo original da imagem. Assim, você pode
imaginar que quanto maior o bitrate, menos imperfeições vão aparecer.
Nem mesmo o Blu-ray oferece o máximo em qualidade
O Blu-ray não consegue comportar um filme de alta definição (1080p)
sem codecs. Dessa forma, as gravadoras usam o MPEG-4, o MPEG-2, o AVC, o
H264 e outros recursos para diminuir a taxa de bits do vídeo e reduzir o
tamanho dos arquivos. Dessa forma, mesmo preservando muito da
qualidade, os vídeos em Blu-ray não são perfeitos.
Devido às limitações de disco (o espaço para armazenamento do BD de
camada dupla é de 50 GB) e de hardware (leitura e processamento de dados
dos leitores de BD), as mídias Blu-ray geralmente trazem vídeos
comprimidos com um bitrate de 30 Mbps — sendo que, segundo o Video Help,
o bitrate máximo é de 40 Mbps apenas para a faixa de vídeo.
Apesar de reduzir um pouco a qualidade, as mudanças no conteúdo são
mínimas e é inegável que o Blu-ray arrasa streamings e canais de TV de
alta definição. O Netflix, por exemplo, utiliza o codec VC1AP para
codificar os vídeos de alta definição. Segundo informações no site do
serviço, a taxa de bitrate máxima oferecida é de 7 Mbps em Super HD (que
é o 1080p).
Quanto aos canais de televisão, o bitrate varia conforme a tecnologia e a operadora que transmite o sinal. Conforme notícia da BBC,
a transmissora já utilizou codificadores que ofereciam vídeos com 9,7
Mbps, mas também chegou a trabalhar com dispositivos capazes de
transmitir sinais com bitrate elevado a 16 Mbps.
É importante notar que, salvo exceções, as TVs a cabo não oferecem
aparelhos com saída de vídeo em 1080p — confirmamos a informação nos
aparelhos da Claro TV HD e da NET HD. Essa limitação se deve, em suma, à
inexistência de canais que transmitam com tamanha qualidade. O
raciocínio é lógico: não adianta aumentar a resolução e manter o mesmo
bitrate.
O Blu-ray ainda deve reinar por um tempo
Este papo sobre a qualidade superior das mídias de Blu-ray poderia
ser prolongado por longas horas, ainda mais se colocássemos os filmes 3D
e a resolução 4K em pauta. Todavia, nossas explicações já são
suficientes para você compreender o porquê de as TVs a cabo e os sites
da web não oferecerem a mesma qualidade.
Para que a TV a cabo possa oferecer a mesma qualidade de um filme em
Blu-ray, as operadoras (e os canais) devem dobrar ou triplicar a
qualidade — que agora você chama de bitrate — dos conteúdos transmitidos
e começar a trabalhar com vídeos em 1080p. A Netflix, por outro lado, terá que melhorar quatro ou cinco vezes os vídeos em “Super HD”.
Claro, no âmbito da internet, ainda devemos considerar que o
consumidor precisará melhorar sua conexão para algo superior a 30 Mbps
para poder desfrutar de qualidade similar à de um Blu-ray via streaming.
Por ora, teremos de nos contentar com o que temos e, se quisermos
desfrutar de filmes com a máxima qualidade, não teremos outra opção além
dos Blu-rays.
Com o intuito de aumentar seu portfólio de produtos e serviços no
Brasil em virtude da Copa do Mundo de 2014, a Sony realizou hoje (28)
uma coletiva de imprensa para anunciar as novidades que a empresa trará
para as terras tupiniquins a partir do segundo semestre deste ano.
Além de novos modelos de smartphones e de seu Xperia Tablet Z, a companhia traz oficialmente a partir de hoje o Music Unlimited,
seu serviço de streaming de áudio que pode ser usado em qualquer
dispositivo (TVs, celulares Android, PS3, PS Vita etc.). O anúncio foi
feito por Alexandre Schiavo.
Ao fazer uma assinatura de R$ 7,99 (plano básico) ou R$ 14,99 mensais
(plano premium), o usuário tem acesso a mais de 20 milhões de faixas da
biblioteca de áudio da Sony. A coleção é atualizada constantemente e
traz inclusive obras de artistas brasileiros. O serviço já estará
embarcado nos novos celulares Xperia SP e Xperia L.
Entenda quais são os impostos que você paga e
quais são as justificativas para que existam tributações nas compras
internacionais.
Superphones, tablets com processadores potentes e computadores
com configurações de primeira linha. Os consumidores que estão
acostumados a acompanhar os últimos lançamentos do mundo tecnológico no
Baixaki, muitas vezes ficam desapontados por descobrirem que um
determinado produto não será vendido no Brasil ou sequer tem previsão de
chegar ao país.
A solução encontrada por muitos é recorrer às lojas internacionais
que trabalham com entrega de produtos no Brasil. Embora os preços em
dólar ou euro, somados com valores altos de frete, muitas vezes fiquem
ainda abaixo dos praticados por muitos produtos vendidos por aqui,
existe a probabilidade de sua compra ser tributada atendendo a um
decreto do Ministério da Fazenda.
Contudo, muitos usuários, temerosos de pagar um valor que não sabem
ao certo qual é sobre uma mercadoria, muitas vezes deixam de fazer as
suas compras no exterior.
Embora exista a possibilidade de o produto entrar no país sem que
você pague a tributação, entender quais são os impostos que incidem
sobre as mercadorias é uma maneira de tornar sua compra mais segura,
resultando num valor final que esteja dentro dos seu orçamento.
Por que pagamos impostos sobre importação?
Antes que você imagine que pagar tributação sobre um produto
importado é algo injusto, é importante analisar por qual razão impostos
como esse existem. Basicamente, os impostos que incidem sobre as
operações de importação visam proteger o mercado interno brasileiro.
Por exemplo, suponha que você queira comprar um aparelho de celular
nos Estados Unidos. Embora o modelo específico recém-lançado por lá
ainda não exista aqui, existem modelos similares, com menos recursos,
mas que se enquadram na categoria celular, fabricados no Brasil.
Assim, caso todo mundo optasse por comprar apenas no exterior, os
produtos brasileiros seriam deixados de lado, gerando prejuízos para os
fabricantes nacionais, desaquecimento no mercado interno e,
consequentemente, aumento no desemprego. Para que isso não ocorra, ou ao
menos possa ser minimizado, o governo regula essas transações
tributando os produtos.
Sobre cada categoria de produto incidem impostos distintos. Os mais
comuns, no caso das compras pela internet, são o II (Imposto de
Importação), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e ICMS
(Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
Entendendo o Regime de Tributação Simplificado
O sistema de tributação nas importações é regulado pelo RTS (Regime
de Tributação Simplificada). Graças a esse Decreto-Lei (n° 1804/80), ao
fazer compras no exterior cujo valor seja inferior a US$ 500, é aplicado
sobre o produto uma alíquota única sobre a mercadoria.
Na prática, o que isso significa? Simples. Some o valor do produto
que você comprou com o valor do frete. O percentual da tributação sobre a
encomenda é de 60%. Um exemplo: um celular que custe US$ 250 e tenha
mais US$ 50 de frete, pode ser tributado em até US$ 180. Todo esse
percentual é destinado ao governo federal.
Além disso, alguns estados cobram ICMS sobre a mercadoria. O
percentual é variável, indo mesmo da isenção até tarifas de 10% sobre o
valor total já com impostos. Voltando ao nosso exemplo: o celular de US$
250, com frete de US$ 50 e tributação de US$ 180, totalizando US$ 480,
se comprado em um estado como a Bahia, que tem uma alíquota de 10% de
ICMS, pode chegar a US$ 524.
Algumas mercadorias, contudo, são isentas de tributação: livros,
jornais e periódicos, de acordo com o artigo 150 da Constituição
Federal, e encomendas enviadas de pessoa física para pessoa física e com
valor declarado inferior a US$ 50 não pagam a alíquota de 60%.
É possível escapar da tributação?
Em tese, nenhum produto que se enquadrasse nas características
citadas acima deveria escapar da tributação. Entretanto, você já deve
conhecer casos de pessoas que compraram pela internet produtos de alto
valor e não foram tributadas. Da mesma forma, usuários com compras de
preço baixos muitas vezes acabam pagando a tributação, como previsto em
lei.
Isso acontece pela seguinte razão: atualmente, o volume de
importações realizadas pelos brasileiros é enorme, muito maior do que o
número de fiscais disponíveis para avaliar cada uma das encomendas
recebidas. Assim, a solução encontrada para que os produtos não se
acumulassem nos depósitos da Receita Federal foi a de realizar o
processo por amostragem.
Ou seja, de cada grupo de produtos, apenas alguns são analisados e,
consequentemente, tributados. Assim, ao menos nesse caso, a sorte pode
estar ao seu lado e a sua mercadoria pode chegar a suas mãos sem que
seja preciso pagar algum tipo de tributação. Considere como uma
bonificação ou uma espécie de desconto do seu orçamento original.
Entretanto, caso sua encomenda seja pega em uma situação como essa, a
mercadoria, em vez de ir para a sua casa, irá para a agência dos
Correios mais próxima à sua residência. Você receberá uma
correspondência informando da tributação e deverá pagá-la, direto nos
Correios, para poder retirar seu material.
Conferindo o valor do tributo
Caso o seu produto seja tributado é preciso ficar atento ao valor do
imposto a ser pago. A tributação pode ocorrer de duas formas distintas. A
mais comum delas é quando a fiscalização se baseia no valor declarado
do produto, constante na nota fiscal ou na documentação anexa. Nesse
caso o imposto é cobrado sobre o valor declarado.
Contudo, pode ocorrer de o fiscal que analisa a sua mercadoria não
concordar com o valor descrito na encomenda. Em casos como esses, ele é
autorizado a abrir a sua encomenda e atribuir um novo valor a ela. Sobre
esse novo valor é que será calculada a alíquota.
Assim, ao chegar a uma agência do Correio, verifique o valor sobre o
qual você está pagando a alíquota. Caso você não concorde, é possível
recorrer e pedir revisão dos valores. O mais comum é que, caso você
prove o valor da compra, a alíquota cobrada incida mesmo sobre o valor
original do produto.
A mesma lógica serve para desmistificar uma característica que se
tornou comum entre os importadores ou aqueles que recebem muitas
mercadorias do exterior. Muitos afirmam que, caso você declare o produto
como gift (presente) essa alíquota acaba não sendo cobrada pela fiscalização. Essa informação não procede.
Caso o fiscal julgue necessário, ele poderá abrir a sua encomenda declarada como gift
e atribuir um valor à mercadoria. Da mesma forma, para retirá-la dos
Correios você precisará pagar a alíquota ou recorrer. Independente do
valor final atribuído, no final das contas, você acabará tendo o produto
tributado.
A carga tributária é alta. Vale a pena importar?
A carga tributária que incide sobre os produtos importados pelos
brasileiros é alta. Reformas tributárias vêm sendo discutidas há muito
tempo no Congresso Nacional e no Senado, mas é pouco provável que
tenhamos mudanças significativas nesse cenário ao menos em 2011.
Porém, ainda assim, em muitos casos é válido importar produtos para o
Brasil. O primeiro aspecto que você deve levar em consideração é a
disponibilidade da mercadoria em questão por aqui. Caso exista um
similar nacional, se colocarmos as alíquotas tributárias em um
comparativo, é provável que a diferença de preços entre eles seja pouco
significativa.
Todavia, produtos que não disponham de concorrentes ou modelos
idênticos por aqui, podem opções interessantes de importação. Discos de
Blu-ray, aparelhos eletrônicos, itens de coleção e outras mercadorias de
produção limitada ou não fabricadas no país são objetos a serem
considerados para compra no exterior.
Impostos sobre eletrônicos
Em recente entrevista na Campus Party Brasil 2011, o Ministro das Comunicações Paulo Bernardo declarou que estuda a possibilidade de diminuir a carga tributária sobre os tablets no Brasil. As mudanças na classificação do produto poderiam reduzir em até 30% os preços. Da mesma forma, o projeto Jogo Justo luta pela reclassificação dos games no Brasil, fato que também reduziria os preços praticados no país.
Cada produto tem as suas características específicas e, por isso,
cada caso deve ser analisado em separado. O Baixaki já abordou como funcionam os impostos de eletroeletrônicos no Brasil neste artigo e, se você quiser se aprofundar no tema, vale a pena a leitura.
Entretanto, vale lembrar que mesmo aspectos técnicos de tributação
ainda suscitam dúvidas entre fiscais, consumidores e juristas. Por isso,
o melhor conselho é, antes de efetuar uma compra, fazer o cálculo dos
possíveis impostos incidentes sobre o valor máximo possível. Se, ainda
assim, a compra valer a pena ou justificar a necessidade, siga em frente
sem medo.
.....
Você costuma fazer compras internacionais pela internet com
frequência? Já enfrentou algum problema relacionado com a tributação de
mercadorias? Participe deixando seus comentários sobre as suas
experiências em importações.
Dispositivos e aplicativos eliminam a necessidade de uma máquina de cartão comum ou aluguel do equipamento.
Máquinas de cartão omuns podem estar com os dias contados. (Fonte da imagem: Reprodução/Diário de PE)
Muitos comerciantes e autônomos costumam rejeitar pagamentos com
cartão de crédito por conta das taxas cobradas em cada transação e do
aluguel de maquininhas que eles precisam pagar. Entretanto, essa prática
pode cair em desuso caso alguma dessas formas de pagamento que vamos
descrever se popularize.
Como já publicamos no início deste ano,
alguns leitores de tarjas magnéticas portáteis entraram no mercado
brasileiro. Eles se conecta a aparelhos Android e iOS e facilitam a vida
de quem precisa receber pagamentos com cartões com alguma frequência.
Fora esses dispositivos, existem também alguns apps que fazem o mesmo
serviço sem a necessidade de usar qualquer aparelho. Elencamos quatro
opções que podem facilitar a sua rotina de trabalho.
Iniciando suas operações em fevereiro deste ano, o PagCom vende um
pequeno leitor de tarjas magnéticas que permite ler cartões de crédito
e, junto com um aplicativo no smartphone, é possível aceitar pagamentos
através da internet. Com ele, você consegue até registrar a assinatura
do cliente na tela do aparelho e mandar o comprovante para o email dele.
Essa plataforma está disponível para Android e iOS e conta com outras
máquinas portáteis que também aceitam débito, mas são mais caras. (Fonte da imagem: Reprodução/PagCom)
Funcionando basicamente da mesma forma que o dispositivo anterior. O
PagSeguro UOL conta com um pequeno aparelho que se conecta à entrada
para fones de ouvido do dispositivo Android ou iOS. Depois de instalar o
app do serviço no smartphone, você liga sua conexão com a internet e
pode aceitar pagamentos no crédito da mesma forma que o PagCom.
Este outro item é simplesmente um aplicativo para smartphones
Android, Windows Phone e iOS que permite receber pagamentos pelo
celular. Como aqui não existe o leitor de cartões, você precisa digitar o
número do cartão de crédito do seu cliente e seguir com os demais
passos enquanto está conectado à internet.
Este é outro aplicativo para Android e iOS que permite fazer
praticamente a mesma coisa que o item anterior. Nesta ferramenta não é
preciso usar ou comprar o leitor de cartões, mas, por isso, é necessário
digitar os números dos cartões. Além do smartphone, essa plataforma
pode ser usada através de uma ligação telefônica ou pelo navegador no
seu computador. (Fonte da imagem: Reprodução/PagPop)
Existem ainda outras formas de receber pagamentos por celular não
atreladas ao uso de apps ou equipamentos. A operadora Vivo, em parceria
com a PayPal, por exemplo, também oferece um serviço parecido que não
precisa de uma conexão com a internet. Dessa forma, não interessa se
você possui um Android, iOS ou um Nokia 2112, pois isso funciona por
códigos USSD/SMS.
Chega de besuntar a tela do seu gadget: emparelhe os joysticks do Xbox 360, PlayStation 3 e Wii com o seu Android.
O Dualshock 3 funciona também via Bluetooth. (Fonte da imagem: Reprodução/1.bp)
Smartphones e tablets têm ganhado cada vez mais robustez – não é
raro encontrar mobiles que superam, em termos de hardware, desktops ou
notebooks um pouco mais ultrapassados. Vários núcleos, telas em alta
definição e a presença de GPUs no corpo dos portáteis transformaram os
gadgets em centrais de processamento verdadeiramente potentes.
Assim, rodar jogos que exigem alto desempenho de determinados itens
em smartphones ou tablets tornou-se possível; conectar um ou outro
mobile a uma TV de alto poderio gráfico é uma prática bastante comum nos
dias atuais. Todavia, às vezes não é possível aproveitar a jogatina de
forma integral: um controle físico, destacado do dispositivo portátil,
realmente faz falta.
Estariam os consoles enfrentando um tipo de crise? Mesmo não sendo
possível responder precisamente a essa pergunta, fato é que o mercado de
jogos para mobiles tem crescido em ritmo acelerado. Prova disso são as
diversas opções de joysticks compatíveis com gadgets disponíveis mundo
afora (confira uma lista de 7 controles para iOS e Android clicando aqui).
E que tal conectar ao seu Android um controle físico? Neste tutorial,
você vai aprender a emparelhar os joysticks dos consoles Xbox 360,
PlayStation 3 e Nintendo Wii com o seu mobile. Contudo, antes de
ditarmos os passos que deverão ser seguidos para que a conexão seja
realizada, alguns esclarecimentos precisam ser feitos.
Lista de requisitos:
DualShock 3
Para conectar o controle do PlayStation 3 ao seu mobile, os seguintes itens deverão estar ao alcance das suas mãos:
Dualshock 3 (controle de PlayStation 3);
Aplicativos Sixaxis Compatibility Checker, Sixaxis Controller e Sixaxis Pairing Tool;
Um Mobile “rooteado*”, com Android acima de 2.2 instalado; e
Um sistema operacional Windows**.
*Você sabe como fazer root no seu Android? Se não, clique aqui e
acompanhe um tutorial detalhado feito pelo Tecmundo e aprenda, em
instantes, a “desbloquear” o seu aparelho.
(Fonte da imagem: Reprodução/Stuff)
** Parece ser possível também utilizar o Linux para realizar esse
procedimento. Se você deseja obter mais detalhes sobre esse SO, clique aqui e confira um passo a passo (em inglês) sobre como instalar e usar a ferramenta Sixpair.
Controle de Xbox 360 + Android
Ainda menos aparatos são necessários se o objetivo é plugar o seu
controle do console da Microsoft ao sistema operacional Android:
(Fonte da imagem: Reprodução/Phonebuff)
*O cabo OTG
possui duas entradas e funciona como um tipo de adaptador. Com ele, é
possível conectar o fio do seu controle de Xbox 360 à entrada micro USB
do seu smartphone ou tablet.
Wiimote + Android
O controle do Wii, console da Nintendo, também pode ser emparelhado com o Android. Confira os três itens necessários:
Um Wiimote;
O aplicativo Wiimote Controler App; e
Versões de Androids entre 2.0 e 4.1*.
*Se você possui uma versão 4.2 no seu mobile, talvez o MOGA (controle
desenvolvido especialmente para Android) ainda seja uma melhor opção – leia aqui uma notícia que traz detalhes acerca desse joystick alternativo. (Fonte da imagem: Reprodução/Androidzone)
Depois de listados os requisitos mínimos necessários ao
emparelhamento entre os três tipos de controles e mobiles que contam com
o sistema operacional Android (ver versões adequadas para cada um dos
joysticks), é hora de arregaçarmos as mangas e partirmos logo para o
passo a passo sobre como manter a tela do seu gadget livre de marcas
durante a jogatina.
Como fazer: DualShock 3 + Android
Todos os requisitos físicos estão devidamente à sua disposição, certo? Então mãos à obra:
Passo 1: verificando a compatibilidade
Antes mesmo de instalar os demais aplicativos listados pela relação
de requisitos básicos para o devido emparelhamento deste controle, você
deverá fazer o download do app Sixaxis Compatibility Checker
em seu gadget – como o próprio nome sugere, esse software vai verificar
se o seu mobile suporta ou não os recursos oferecidos pelos Sixaxis
Pairing Tool e Sixaxis Controller.Após instalar o aplicativo (disponível neste link
bem como na Android Market), ative o Bluetooth do seu smartphone ou
tablet. Inicie o Sixaxis Compatibility Checker pressionando o botão
“Start” e aguarde o software verificar a condição do seu aparelho; se a
mensagem “Your device appears to be supported” aparecer, seu gadget
poderá admitir o emparelhamento ao DualShock 3.
Passo 2: prepare seu Windows
Agora, instale no seu computador Windows o programa Sixaxis Pairing Tool.
Depois de iniciado, o texto “Current Master: Searching” deverá aparecer
na primeira tela dessa nova ferramenta. Isso significa que o programa
vai, como será demonstrado pelo passo seguinte, procurar e configurar o
seu controle. Para baixar o Sixaxis Pairing Tool, clique aqui ou execute o download diretamente através deste link. (Fonte da imagem: Reprodução/Cnet) Nota: se você está tendo algum tipo de problema ao instalar a versão 0.2.3 de Sixaxis Pairing Tool, tente baixar e rodar esta alternativa.
Ao plugar seu DualShock 3 via cabo USB ao Windows – e com o Sixaxis
Pairing Tool rodando devidamente no seu computador – a mensagem “Current
Master: Searching” deverá ser alterada; o seguinte código vai ser
provavelmente mostrado: xx:xx:xx:xx:xx:xx (configuração comum do
PlayStation 3).
Passo 3: consulte o código do seu mobile
Sua próxima tarefa vai ser baixar o Sixaxis Controller no seu mobile e alterar então o código do controle. Para tanto, acesse este link,
ative o novo aplicativo e, na última opção mostrada pela barra de
navegação, visualize o número mostrado pela barra “Local Bluetooth
Adress”.Feito
isso, insira o código mostrado pelo Sixaxis Controller na caixa de
diálogo de Sixaxis Pairing Tool “Change Master” (software instalado no
seu PC) e clique em “Update”. Esse procedimento vai capacitar o seu
DualShock 3 a se comunicar com o seu Android 2.2 ou superiores.
Passo 4: teste e finalização (imagem acima)
Aguarde o Sixaxis Pairing Tool finalizar o processo de emparelhamento
(alteração de código do controle) e desconecte o seu DualShock 3 do
computador; é hora de colocar as configurações feitas à prova e ativar,
finalmente, o joystick junto ao seu mobile. Já com o controle solto,
aperte o botão PS/Home para ativar o Bluetooth — as setas direcionais já
deverão estar funcionando.
Para finalizar o processo e determinar o controle como ferramenta de
navegação, selecione a opção “Sixaxis Controller” no campo “Change Imput
Method” em seu mobile.
Passo 5: mapeando botões
Ainda com o Sixaxis Controller aberto, pressione o botão “Menu” e siga em Preferences > Imput Mappings > 1st Controller mappings. Essa opção já conta com algumas configurações nativas, mas é possível alterá-las de acordo com a sua vontade.Para mapear completamente os botões do seu controle, você pode utilizar outro aplicativo: clique aqui e baixe o MD.emu – que permite o total mapeamento do joystick.
Se você ficou com alguma dúvida, certamente o vídeo (em inglês)
produzido pela equipe do site Cnet vai ajudar. Nele, os passos 3 e 4
estão invertidos e mesclados – o procedimento, contudo, é exatamente o
mesmo detalhado acima.
Importante: apesar de o método de emparelhamento
funcionar plenamente na maioria dos aparelhos que contam com os
requisitos mínimos acima listados, alguns gamers têm relatado problemas
ao usar certos modelos de celulares com os três tipos de joysticks
mencionados.
Plug and play: controle de Xbox 360 + Android
Em vez de baixar aplicativos e verificar se o seu dispositivo pode
suportar os recursos possíveis de joystick (como no caso do DualShock
3), para conectar um controle de Xbox 360 ao seu Android 4.0 ou superior
você vai precisar apenas de um cabo OTG.
Passo único: plugue e jogue!
Mas atenção: certifique-se de possuir, em seu mobile, pelo menos a
versão 4.0 do Android. E, é claro, adquira um cabo OTG para o seu
controle com fio do console da Microsoft. Observadas essas condições,
apenas faça as devidas conexões, espere uma notificação que pode ou não
aparecer na tela do seu gadget e pronto. Jogue.
Assista ao vídeo acima e veja como conectar um controle de Xbox 360 a
um Android 4.0 ou superior é fácil. No clipe, a demonstração é feita em
um Samsung Galaxy S3. Com esse mobile, os jogos GTA 3, Max Payne, Shine
Runner e Dead Trigger, de acordo com David Rahimi, que aparece fazendo
os testes, funcionaram de forma plena.
Wiimote + Android
Conforme mencionado, o aplicativo Wiimote Controller funciona
adequadamente em Androids que variam entre as versões 2.0 e 4.1. Dessa
forma, antes de baixar o app, assegure-se de ter um dos respectivos
sistemas operacionais instalados em seu mobile.
Passo 1: instalando o aplicativo
Antes de tudo, ligue o Bluetooth do seu mobile. Depois, clique aqui
para fazer o download do app Wiimote Controler ou baixe-o diretamente
da Play Store. Instale o software em seu gadget e, então, inicie-o.Uma
vez ativado, o Wiimote Controller vai oferecer apenas duas opções em
sua tela inicial. Primeiramente, clique em “Init and Connect” e segure
simultaneamente os botões 1 e 2 do seu joystick; em alguns instantes, a
conexão vai ser feita.
Passo 2: selecione o Wiimote e configure-o
Estabelecida a conexão entre o controle e o seu mobile, clique agora
sobre o botão “Select WiiControllerIME”, segunda opção mostrada na
interface inicial do app Wiimote Controller. Selecione em “Preferences”,
no topo do aplicativo ou clicando em “Menu”, a opção “Swith after
disconnect” – este recurso vai fazer com que o Wiimote seja
automaticamente desligado sempre quando não estiver sendo usado.
Para mapear os botões do joystick, ative novamente a aba
“Preferences” e pressione a barra “1st Controller mappings”. Todos os
botões do Wiimote estarão listados e você pode então configurá-los da
maneira que quiser.
Há ainda uma segunda alternativa de configuração de controles —
alguns jogos oferecem, em suas preferências, tal opção. Abra seu game,
navegue pelas configurações (“Settings”) e encontre a função “Key
Mapping”; toque a tela do seu mobile para selecionar uma ação e aperte,
no controle, o botão correspondente a ela. Mapeie assim todo o joystick,
salve as alterações feitas e divirta-se!
Abaixo, vídeo que demonstra de forma bastante rápida e objetiva como
se deve emparelhar o Wiimote ao Android (da versão 2.0 à 4.1).
É preciso deixar claro que alguns aplicativos não são gratuitos, como o
Sixaxis Controller (R$ 5,03) e o Sixaxis Pairing Tool (R$ 6,53) para o
Dualshock 3. O Wiimote Controler App, por outro lado, é gratuito. Você
pode encontrar o cabo OTG em diversos sites de compra com preço em torno
de R$ 10.