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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Rede Globo cria serviço parecido com Netflix

Novidade se chama Globo. TV+, custa R$ 12,90 e disponibiliza novelas e outros programas.

Rede Globo cria serviço parecido com Netflix (Fonte da imagem: Reprodução/RedeGlobo)
Até pouco tempo atrás, as empresas que atuavam no Brasil não se importavam em ter algum serviço de streaming — mesmo com todos os benefícios que os recursos desse gênero pudessem oferecer. Contudo, um acontecimento mudou essa situação: a vinda do Netflix para terras tupiniquins.
Com isso, os canais pagos se renderam e lançaram serviços parecidos, oferecendo filmes e séries de TV. Agora, a vez é da Rede Globo atacar no terreno de streaming — e ela vai oferecer a reprise de todas as novelas e programas, como jornais e apresentações em auditório.
Qualquer um que seja assinante da Globo.com já pode encontrar os vídeos através do site do serviço, que se chama Globo. TV+ — além disso, é possível acessá-lo através de smartphones e tablets. Se você não é uma dessas pessoas, é necessário pagar R$ 12,90 para começar a usar o novo recurso.

E de onde veio essa ideia?

A Rede Globo já conta com outro serviço de streaming, chamado apenas de Globo. TV. Diferente da novidade, essa opção é gratuita, mas pode ser acessada apenas do computador e não oferece nenhum programa completo — apenas trechos, o que já é disponibilizado de maneira não oficial pelo YouTube.
Além disso, esse recurso também conta com um aplicativo para iPhone — que, mesmo com algumas desvantagens, está entre os mais baixados da iTunes Store brasileira. Vendo um grande nicho de mercado, a Rede Globo decidiu investir ainda mais nesse tipo de serviço.

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Como funciona a tela nítida do Amazon Kindle Paperwhite? [vídeo]

Película que absorve luz e a distribui na tela é o segredo do novo leitor digital.

Anunciado no começo de setembro, o Kindle Paperwhite é descrito pela equipe da Amazon como “o Kindle que nós sempre quisemos construir”. Além de melhorias no touchscreen e na resolução da tela, a iluminação e a nitidez do display são o que realmente impressionam. Mas como isso funciona?
É isso o que a Amazon explica no vídeo acima. Pesquisada há alguns anos, a tecnologia melhora o contraste e adiciona uma iluminação frontal, reproduzindo o efeito gerado por uma lâmpada quando você está lendo um livro.
Nas laterais do aparelho, a luz dos melhores LEDs possíveis é emitida em uma película de 0,5 mm de espessura que fica acima do display touchscreeen do aparelho. Ela captura a luz e a transmite igualmente na superfície da tela, levando a mesma quantidade de iluminação para o interior do aparelho – sem jogá-la diretamente no seu olho, o que cansaria rapidamente a vista sem garantir a qualidade que deve ser encontrada no Paperwhite.

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Computadores ópticos: um futuro não tão distante

Troca de conexões de cobre por feixes de luz pode resultar em máquinas ainda mais velozes, compactas e duráveis.

Computadores ópticos: um futuro não tão distante (Fonte da imagem: Reprodução/Wired)
Computadores atuais utilizam circuitos elétricos para processar informações. Com o crescimento da velocidade das máquinas, é preciso que os circuitos sejam modernizados para acompanhar a evolução e trazer ainda mais benefícios para quem usa os aparelhos.
Atualmente, a melhor alternativa já encontrada é a transmissão óptica, que deixaria seu computador funcionar na velocidade da luz. Trocando os fios de cobre por feixes de laser, é possível carregar informações em uma velocidade assustadora.

Um filme transferido por segundo

Longe da ficção e de teorias, em 2010 a Intel criou a primeira conexão óptica para dados baseada em silício e lasers integrados. Segundo a empresa, o chip com a tecnologia teria a capacidade de mover dados com cerca 50 Gbps, ou seja: 50 bilhões de bits por segundo.
Isso significa que o equipamento seria capaz de transferir um filme inteiro em HD em nada menos do que um segundo.  Mas as pesquisas não pararam por aí e a equipe da Intel continuou buscando possibilidades de transferência ainda mais velozes. Ainda não foram mostrados novos resultados, mas, ao analisar resultados de pesquisas correlatas, é possível perceber que o projeto anda a passos largos.

Maior durabilidade

Computadores ópticos substituem os cabos de cobre por fibra óptica de alta velocidade. Com o uso dos feixes de luz, os elétrons são substituídos ao carregar dados com o uso de lasers. As correntes elétricas encontradas nas máquinas atuais geram calor dentro dos computadores e, conforme a velocidade de processamento aumenta, também é necessário ter ainda mais eletricidade.
O calor excessivo, totalmente prejudicial ao hardware, é eliminado com o uso de lasers, que também pode garantir maior durabilidade dos equipamentos. Um computador que use feixes de luz pode ter sua estrutura resfriada com muito mais facilidade, exigindo ainda menos energia.

Outras vantagens

O baixo custo é um dos atrativos da tecnologia, além disso, a disponibilidade de fibra óptica de alta velocidade ainda permite que os fabricantes sejam mais ousados no design dos produtos. Já com a tecnologia atual (usando cabos de cobre) é preciso limitar o espaço utilizado para a transmissão de dados, evitando a interferência eletromagnética.
Computadores ópticos: um futuro não tão distante (Fonte da imagem: Reprodução/Inc.TECH)
Segundo informativo oficial da Intel, “o datacenter ou o supercomputador do futuro poderão ter seus componentes espalhados por todo o prédio ou até mesmo por todo o campus, comunicando-se entre si com altas velocidades, em vez de ficarem confinados por pesados cabos de cobre com capacidade e alcance limitados.” Com isso, um supercomputador que utilize fibras ópticas pode ter um desempenho ainda maior e, além de tudo, economizar espaço e energia.
O contraponto disso é ter computadores pessoais cada vez mais compactos. Sem a interferência dos condutores metálicos, também é possível manter os links mais próximos uns aos outros: ao contrário dos elétrons, o laser não repele outros feixes. Isso permite que as ligações se cruzem sem que haja uma interferência significativa no processo.

Semicondutores em nanoescala

Em junho deste ano, a Universidade da Pensilvânia anunciou que as pesquisas com o uso da tecnologia óptica estão a todo vapor. Eles conseguiram comprovar que polaritons aumentam a força de acoplamento ao serem confinados em semicondutores em nanoescala. Isso demonstra um avanço promissor nas pesquisas e garante que os circuitos possam ser ainda menores do que o esperado.
Além disso, a equipe criou nanofios e um tipo de escudo de oxido de silício na superfície para melhorar suas propriedades ópticas. Em seguida, eles cortaram os nanofios, bombeando a luz através deles. Então a equipe desativou a luz, transformando o dispositivo em um switch.
Na sequência, foi usado um concentrado de feixes de ions de Gálio para cortar o nanofio em dois segmentos. Depois disso, os pesquisadores bombearam um feixe de laser pulsado por meio do primeiro segmento. A luz pulsada é absorvida e conduzida através do segundo segmento.
Segundo a equipe de pesquisa, a energia foi bombeada continuamente por dentro do primeiro segmento a fim de criar um processo contínuo no chip. Esta fonte, por sua vez, permaneceu ligada constantemente ao longo do experimento, podendo produzir um mecanismo perfeito de “ligar e desligar”. Essa foi a primeira vez em que nanofios foram usados de maneira individual para testes de condutores ópticos e tudo indica que as pesquisas não devem parar por aí.
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Ainda não existe uma previsão para que os computadores tenham todos os seus condutores de cobre substituído por feixes de laser, mas, com o avanço das pesquisas e o interesse crescente dos fabricantes de processadores, podemos esperar novidades em um período não muito distante.
Com altos investimentos em pesquisa, tanto no meio acadêmico quanto na indústria, é muito provável que nos próximos anos vejamos a tecnologia chegando ao mercado, embora ainda seja difícil acreditar que o lançamento de computadores que utilizem apenas a tecnologia óptica esteja tão próximo assim

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Twitter: como mudar a imagem de capa

Deixe o seu perfil mais personalizado com a nova função da rede social.

O Twitter vem atualizando as funções de personalização da plataforma com certa constância e, há algum tempo, uma nova ferramenta introduziu a “imagem de capa” na rede social. Sendo assim, se você ainda não sabe como usar ou não viu em que parte do perfil essa foto é adicionada, siga as instruções que vamos descrever.

Passo 1

Logado na sua conta, clique no menu de configurações — a engrenagem ao lado da barra de buscas — e, em seguida, clique em “Configurações” novamente.
Twitter: como mudar a imagem de capa

Passo 2

Agora, no lado esquerdo da tela, você poderá ver algumas categorias de configurações. Clique em “Aparência” e role a página até o final.
Twitter: como mudar a imagem de capa

Passo 3

Fazendo isso, você vai conferir a seção “Personalize o seu”. Nela, a primeira opção é a imagem de capa. Para escolher uma de seu gosto, clique em “Alterar a capa” e escolha uma imagem que já esteja no seu computador.
Twitter: como mudar a imagem de capa

Passo 4

Dessa forma, a imagem que você escolheu vai aparecer em uma pequena janela dentro da página. Agora, é possível redimensionar a foto e escolher um zoom adequado. Feito isso, salve as novas definições.
Twitter: como mudar a imagem de capa

Passo 5

Assim que você salvar o conteúdo, vá até o botão “Salvar alterações”, no fim da página, para que o Twitter não permita que a antiga imagem volte a ficar na sua capa. Depois disso, é só clicar no seu perfil e conferir o resultado.
Twitter: como mudar a imagem de capa
Nota: pode haver uma demora na atualização da sua nova imagem de capa. Caso isso ocorra, experimente atualizar a página ou sair e entrar novamente com as suas informações de usuário

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Google adiciona trailers ao resultado de busca de horários de cinema

Agora você pode assistir ao vídeo no YouTube sem sair da página original.

Google adiciona trailers ao resultado de busca de horários de cinema (Fonte da imagem: Reprodução/Google)
Um dos atalhos do Google que você pode não conhecer é o de programação dos cinemas: basta digitar “cinemas São Paulo” (sem as aspas) ou qualquer outra cidade na caixa de busca para ter acesso a horários e salas das estreias da semana.
A partir de agora, o botão “Trailer” será adicionado à direita do nome dos longa-metragens. Clicando nele, uma nova janela exibe o trailer oficial para o filme em que você está interessado, tudo sem sair da página do Google. Pode parecer um atalho bobo, mas ele é capaz de poupar alguns segundos de pesquisa.
Por enquanto, a função está disponível apenas para o serviço norte-americano, mas deve chegar em breve ao Brasil

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Android: como fazer seu celular se parecer com o iPhone 5

Conheça dois novos launchers para deixar seu Robô com cara de Maçã.


Muitos veriam tal façanha como uma tremenda heresia, mas se você não liga para isso e quer ver como seria o seu smartphone se ele rodasse o iOS 6, fique atento pra as dicas que vamos dar. Basicamente, os procedimentos a seguir vão deixar as telas principais do seu Android com a cara do iOS 6 e, consequentemente, ele vai ficar mais parecido com o recém-lançado iPhone 5.
Para isso, vamos usar dois apps que começaram a fazer parte do catálogo da Google Play muito recentemente.

1. Fake iPhone 5 

Esse aplicativo deixa o seu smartphone com a cara do iOS 6, trazendo todos os ícones da plataforma da Maçã pra o seu Android.
Android: como fazer seu celular se parecer com o iPhone 5
Com ele, você tem a barra-padrão no fundo da tela dos smartphones da Apple, e o ícone do Safari leva você para o navegador que já vem embarcado no SO da Google. Fora isso, a loja de apps do seu smartphone será representada pelo ícone da App Store, e alguns outros aplicativos também sofrerão a mesma mudança.
Contudo, a fluidez que você vê na transição de telas do iOS 6 e do Android fica comprometida com essa aplicação.

2. Falso iPhone 5

Esse launcher para Android tem um desempenho um pouco melhor que o app anterior. As imagens e ícones ficam mais bonitos — em alta definição —, mas alguns anúncios são incluídos nas telas principais. Ainda assim, a fluidez do sistema da Google é preservada, mantendo a transição de telas agradável.
Android: como fazer seu celular se parecer com o iPhone 5
Da mesma forma como ocorrido no Fake iPhone 5, os ícones do iOS 6 presentes no launcher dão acesso a algumas aplicações-padrão do Android. Ainda, opções como o “Siri” ou “iPod” levam você para links de outros aplicativos similares na Play Store. Fora isso, a tela de buscas do iOS também é exibida, sendo que em alguns momentos a pesquisa do Google sobrepõe a ferramenta do launcher.

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